Hip-Hop - A Cultura Marginal

Texto do livro de Jéssica Balbino é inserido em livro didático do Estado Rio Grande do Sul

TRAFICANDO CONHECIMENTO

Entrevista com a jornalista e escritora mineira Jéssica Balbino, militante do movimento hiP-hop, representante da nova literatura marginal brasileira

FEMININA EM FOCO

"Em meio a tantas armas que eles podem escolher no jogo real do “matar ou morrer”, o hip-hop escolhe a maior de todas as armas: a cultura. Uma cultura marginal, mas que não é propriedade dos grandes, não é da elite nem da burguesia. É a cultura de quem foi capaz de criá-la e levá-la adiante. É a cultura das ruas, do povo” (Jéssica Balbino)

PERIFERIA EM MOVIMENTO

Mineira multifacetada. Assim definimos Jessica Balbino, que é autora do livro “Traficando conhecimento”, jornalista e assessora de imprensa. Abaixo, uma entrevista que fizemos com ela.

Jéssica Balbino participa de livro coletivo de “Poetas do Sarau Suburbano”

Jéssica Balbino é jornalista e escritora, nasceu e vive em Poços de Caldas, mas permanece antenada com o que acontece pelas periferias do Brasil. O primeiro livro foi escrito com sua parceira Anita Motta,“Hip-Hop – A Cultura Marginal”. Ela também participou da coletânea “Suburbano Convicto – Pelas Periferias do Brasil”, organizado por Alessandro Buzo em 2007

quinta-feira, 14 de julho de 2011

POESIA DE NINGUÉM

Sarau marca encerramento do 2º Corrente Mostra

Poetas, músicos e escritores realizam sarau através do Coletivo Corrente Cultural e pretendem expandir a ação

Jéssica Balbino

Cliques por Jéssica Balbino

Poços de Caldas, MG – Poesias, fotografias e crônicas penduradas num varal. Violão, um rádio, uma tela com vídeo-poemas. Sarau de Ninguém. Esse foi o nome dado ao Sarau realizado pelo Coletivo Corrente Cultural dentro do 2º Corrente Mostra.  A ação é uma tentativa de aproximação com a frente Fora do Eixo Letras, uma parte do Coletivo Fora do Eixo, que tem abrangência nacional.
Apesar de poucos participantes, o clima era de total descontração e via twitcam, o evento foi transmitido, em tempo real, para todo Brasil.
As leituras foram desde poetas anônimos, até Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade e os presentes, Pedro César, Diego Ávila, Juliana Martins, etc.
Os músicos Tokinho e Júnior Veiga também mostraram o trabalho, inclusive com uma música feita exclusivamente para o sarau. Denominada “Canção para a Vida”, a canção emocionou os presentes no sarau.
O músico Bob também cantou no sarau e a medida em que as declamações e intervenções foram sendo feitas, os presentes se animaram e por fim, todos declararam algo.
A auxiliar administrativo Juliana Martins comenta o evento. “Amei o sarau. Poços precisa mais disso. Foi como lavar a alma”, diz.
Já o poeta e músico Tokinho, apesar de ter sido a primeira experiência, ele gostou. “Foi minha primeira participação, mas eu gostei. É um momento legal, de troca de ideias e relatos pessoais escritos em forma de poesia. Para quem é músico, como eu, é bem legal, pois posso mostrar coisas novas e ter um primeiro feedback sobre o que compus”, relata. “Para mim, o Poesia de Ninguém deveria acontecer periodicamente”, completa.
A ideia é expandir o evento e encontrar outros locais na cidade para realizar, periodicamente, os saraus.





















Serviço – Mais informações sobre  o Corrente Mostra podem ser obtidas pelo site do Corrente Cultural